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Tchau, 2015!

Publicado em 30/12/2015 às 23h28

     2015 está chegando ao fim, e assim como em todos os anos, nessa época,  pego aquela listinha (que a gente faz, no início do ano, cheia de objetivos e expectativas) e vejo tudo que foi planejado e realmente posto em prática durante o ano. E vendo essa listinha, pude perceber que 2015 foi um ano de mudanças internas e de pouco tempo, ou melhor, de um tempo que passou rápido demais. Sempre me disseram que em alguns momentos de nossas vidas não temos tempo para muita coisa e é tudo muito corrido. E eu senti isso em 2015, sei que deixei muitas que gosto de fazer de lado (como o blog, por exemplo), mas sei que no futuro vai valer a pena e como dizem: é por um bem maior e isso uma hora ou outra acontece com todo mundo (essa só é a minha vez!).

                Mas como eu disse, esse ano foi repleto de mudanças e aprendizados e entre eles posso dizer que 2015 me ensinou:

o   A deixar a tristeza de lado e aproveitar as coisas boas e pequenas que acontecem nas nossas vidas (costumava ficar triste por qualquer coisa ruim que acontecesse por menor que ela fosse. E aprendi que essas coisas acontecem independentemente se a gente quer ou não, então temos que passar por isso para que quando aconteça novamente não nos abale! E bola pra frente, joguei muita tristeza “pro alto” e só);

o   A fazer as coisas no meu ritmo. Por incrível que pareça aprendi só em 2015 que a vida não é uma corrida e que tudo tem o seu tempo. E que se algo é para acontecer, irá acontecer um dia. Então, aprendi a não ter pressa;

o   A não deixar que as pessoas decidissem por mim, simplesmente quando tive vontade de fazer algo, eu fiz e, quando não tive, não fiz. Aprendi que eu sou a única dona do meu destino;

o   A deixar de planejar absolutamente tudo. Sabe aquela pessoa neurótica que toma café das 07h às 07h30, que trabalha das 08h às 13h, que tem que estudar 3h por dia, que tem que postar no blog pelo menos 3 vezes na semana? Pois é, eu era assim e consegui mudar isso em 2015. Esses planejamentos com o tempo, acabaram me esgotando e tornaram tudo mais chato de fazer. Hoje, eu não deixo de fazer o que tenho que fazer, mas na ordem e na hora que der na telha eu faço, sabe?

o   A deixar de ter mil planejamentos a longo e médio prazo, isso porque sempre que os fazia acabava uma hora me frustrando por não ter saído como eu esperava, então decidi que eu tenho sonhos e que irei atrás deles, mas eles não são detalhadamente planejados, isso para serem só alcançados e não me causarem frustrações.

o   A dar mais carinho para as pessoas que gosto. Tenho uma dificuldade enorme em expressar meus sentimentos para as pessoas que eu gosto. Aprendi que esse é um mecanismo de defesa que eu tenho, pois se eu não demonstrar não irei sofrer por isso caso a pessoa não retribua ou o sentimento não seja recíproco, mas consegui perceber que isso é uma besteira. Que devemos demonstrar carinho, pois é melhor ter demostrado do que se arrepender de não ter mostrado o quanto gosta daquela pessoa. Comecei a mudar isso em 2015, mas ainda tenho (muito) o que melhorar em 2016, nesse aspecto.

Ufa, acho que aprendi um pouco em 2015! E gravei um pouquinho de tudo que vi e vivi nesse ano. Para assistir é só dar um play aqui em baixo:

E sobre o que eu desejo para 2016? Desejo que a gente (sim, falo a gente porque desejo isso para todo mundo) possa: celebrar o amor que sentimos pela nossa família e pelos nossos verdadeiros amigos; apaixonar-nos pela personalidade de pessoas que jamais pensamos em gostar; dividir gargalhadas com desconhecidos cúmplices; receber carinhos depois de sentir muita saudade; apreciar um prato feito com carinho; ganhar presentes sem esperar; mandar energias positivas para as pessoas que gostamos; batalhar todos os dias em busca de sonhos e não de salários; sair da nossa zona de conforto em busca da felicidade e aproveitar cada momento bom que a vida nos proporciona!

O que vocês aprenderam em 2015? E o que desejam para 2016?

Beijos e até ano que vem ♥

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Quem é você, Alasca? - John Green

Publicado em 16/12/2015 às 20h48

Editora: Intrínseca

Autor: John Green

Número de Páginas: 240

Classificação: ♥♥♥♥♥

Onde comprar: Saraiva / Submarino / Amazon

Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".

     Quem é você, Alasca? conta a história de Miles, um garoto que tem poucos amigos e resolve ir morar longe de casa, em um colégio interno. Isso, porque, quer ir em busca do “Grande Talvez”, o que ele nunca imaginou é que essa mudança iria transformar drasticamente a sua vida. Através dessa busca, ele faz grandes amizades e conhece Alasca Young, uma jovem que com sua personalidade marcante, marca a vida das pessoas que conhece e o mundo por onde passa (um lugar que ela não veio por acaso).

     Esse livro tem uma pitada autobiográfica, já que o John Green também viveu em um colégio interno e isso foi muito importante para a construção da história, pois ao saber como funciona um colégio interno, ele conseguiu tornar a leitura mais real e conseguimos facilmente entrar nesse universo.

     Confesso que nunca fui fã de John Green, já havia lido A culpa é das estrelas e Cidades de papel e não tinha gostado (tanto que não existem resenhas desses livros aqui no blog). O John Green nunca havia me conquistado com a leitura e eu acabei gostando mais das adaptações cinematográficas que dos livros. Mas resolvi dar mais uma chance, pois muitas pessoas falavam bem deste livro. E se sempre disse que ele não havia conquistado meu coração, com Quem é você, Alasca? ele ganhou todo o meu coração.

     Eu simplesmente me apaixonei pelo livro. Eu me envolvi tanto com a história que é como se eu tivesse feito meu ensino médio na Culver Creek! (haha). Os personagens são encantadores, a história é envolvente e deliciosa de ser lida.

     Achei Quem é você, Alasca e Cidades de papel semelhantes, porém em Cidades de papel eu me irritei um pouco com a paixão obsessiva de Quentin por Margo, achei que aquele menino precisava ter um pouquinho de amor próprio, sabe? E que a Margo não merecia tudo que ele fazia por ela. Além disso, a história de amizade em Cidades de papel era bem mais divertida e merecia mais espaço no livro (tanto que isso foi concedido no filme). Já em Quem é você, Alasca?, apesar dessa semelhança, houve o foco merecido na amizade e foi lindo. Por mais que o Miles decidisse rastejar aos pés da Alasca, ela até merecia!

     Ao final da leitura, fiquei com o coração apertado (os que leram já sabem o porquê e os que não leram saberão quando assim fizerem). Mas acima de tudo, descobri um lado fantástico do John Green, descobri que ele escreve brilhantemente sobre amizades e nos faz acreditar nelas. Ele me mostrou duas coisas que nunca esquecerei: a primeira que devemos viver intensamente com o espírito adolescente que sempre vamos ter em nós e, a segunda que não devemos desistir de ler um autor sem conhecer todos os livros dele :)

“Se as pessoas fossem chuva, eu seria uma garoa e ela, um furacão”. Pág. 112

“Assim como Alasca nunca pisava no freio, eu nunca pisava no acelerador. Talvez ela só tivesse uma espécie estranha de coragem, uma coragem que me faltava”. Pág. 199

Quem já leu gostou? E quem ainda não leu tem vontade de ler? Comentem!

Beijos ♥

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Diário de Viagem: Um pulinho ali em Buenos Aires

Publicado em 13/12/2015 às 22h30

     Oi gente! Fui para Buenos Aires para trabalhar. Então, sabia que não ia poder aproveitar muito, já era uma viagem de três dias dedicados ao trabalho, principalmente. Mas nesse curto tempo, deu para sentir um pouquinho de como Buenos Aires é.

     Fiz aulas de espanhol por um tempo e sempre fui encantada por essa língua, sempre senti que as pessoas falam com uma sonoridade e de um jeito que chega a ser gostoso de ouvir, e isso foi a primeira coisa que me encantou em Buenos Aires. Simplesmente, ouvir as pessoas falarem!

     Visitei alguns lugares e entre os meus favoritos estão:

    Puerto Madero: eu sinceramente imaginava que esse Puerto fosse ser bem maior do que realmente é, mas é um lugar tão acolhedor. Poder comer uma comida boa (muito boa!), na beira daquele riozinho foi demais.

 

     Calle florida: no dia em que cheguei, a tarde foi dedicada a caminhar sem um destino definido. Nessa caminhada, visitei: a Calle Florida, El ateneo (uma livraria amor <3), a Casa Rosada, o Café tortoni, o Obelisco, uma Starbucks (pausa obrigatória para um frapuccino de dulce de leche). Foi ótimo poder caminhar sem rumo e ir encontrando todos esses lugares!

 

     Tango no Tortoni: se tem algo que eu gosto de fazer quando viajo é conhecer o que mais caracteriza o local. Mergulhar na cultura do lugar literalmente, sabe? Então em Buenos Aires, não podia deixar de ver um tango. No café tortoni, tinha tango no piso subterrâneo, o show durou um pouco mais de uma hora e foi encantador.

     Hard Rock Café: esse foi um dos lugares que eu mais gostei, estava lotado, mas nada que uns minutos de espera não resolvessem. E o clima do lugar é indescritível.

     Esses foram basicamente os lugares que conheci, foi tudo muito corrido e queria ter tido mais tempo para passear em Buenos Aires. Espero um dia poder voltar nesse lugar!

 

Encontrei Paula Pimenta por lá <3

Amei essa capa de Isla e o final feliz :)

Assista ao vídeo da viagem:

Quem já foi à Buenos Aires também gostou? E quem ainda não foi, tem vontade de conhecer? Comentem! Beijos ♥

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Recomeço - Cat Patrick

Publicado em 02/11/2015 às 18h55

Editora: Intrínseca

Autora: Cat Patrick

Número de páginas: 304

Classificação: ♥♥♥♥♥

Onde comprar: Saraiva / Submarino / Amazon

Tudo começou com um acidente de ônibus. Daisy Appleby era pequena demais para lembrar — tem apenas flashes do acidente que a matou, e de ter sido trazida de volta à vida. A partir daquele momento, ela se tornou uma das catorze crianças que fazem parte de um programa secreto do governo que visa aprovar um novo medicamento: o Recomeço.
Daisy já morreu algumas vezes, e a cada morte ela recebe um novo sobrenome, vai para uma nova cidade e ganha uma nova história. A única constante em sua vida é a própria inconstância. Ao conhecer Matt e Audrey, seus primeiros amigos de verdade, após sua quinta morte, ela tenta criar raízes em mais um lar e começa a descobrir segredos sobre o programa Recomeço. Quanto mais informações vêm à tona, mais Daisy percebe que não passa de um peão em um jogo sinistro, que pode revelar que seu mundo — e tudo no ela que acredita — é uma grande mentira.

                A primeira vez que li essa sinopse, só consegui pensar: eu preciso ler esse livro. Isso porque senti que esse livro ia ser diferente de tudo que eu já tinha lido até então, pois a proposta era inovadora e mega interessante. Eu como uma adoradora de ficção, estudante de farmácia e que trabalho com pesquisa de novos medicamentos, me perguntei: como a autora vai conseguir abordar a história de uma pessoa que não precisa ter medo da morte, pois ela tem um medicamento que a salva disso? Como seria a vida dela a partir do momento que ela é praticamente imortal? E como serão esses testes?

                E a Cat Patrick não decepcionou. A Daisy é sim, uma personagem que não tem medo de viver e é até muitas vezes inconsequente. Mas, ao mesmo tempo em que, acompanhamos a vida dela e pensamos que seria muito bom ter esse medicamento, vemos que não é tão simples assim. Ela precisa passar por testes em que O Recomeço precisa ser verdadeiramente testado, portanto ela tem que morrer várias vezes e começar tudo do zero a cada vez que retorna à vida, em um lugar novo, com pessoas novas e novos desafios.

                Quanto a Daisy acorda de sua quinta morte, ela conhece Matt e Audrey que se tornam seus melhores amigos. Nessa vez, ela percebe que talvez não queira mais mudar de vida e começa também a querer saber mais sobre o programa que ela participa. A partir disso, ela percebe que existem muitos segredos por trás disso tudo e que existem coisas que acontecem em nossas vidas que podemos não ter o total controle, que fogem do nosso alcance.

                Confesso que fiquei muito, mas muito curiosa para saber como tudo ia se passar. De início pensei que mesmo gostando de ficção, o livro não ia me convencer, por se tratar de um medicamento que salva vidas e por eu ser uma estudante de farmácia. Mas não, isso não aconteceu. A Cat Patrick soube muito bem escrever um livro fictício, mas sem forçar a barra com coisas tão irreais, sabe? O medicamento recomeço é sim muito inovador, mas como todos têm suas falhas terapêuticas, seus efeitos adversos, e isso foi brilhantemente abordado através de momentos que a Daisy passou e vocês entenderão melhor isso lendo.

                Outro ponto positivo é que é um livro só, com início, meio e fim muito bem definidos e escritos. Estamos em uma onda em que tudo vira série e às vezes sentimos falta de ler um livro único, não é mesmo? Por isso, esse é uma ótima recomendação, leiam!!

"Porque o solstício de verão não é nada comparado a isso; o dia mais longo do meu ano é o dia dos testes". Pág. 48

 

Quem leu e também gostou? E quem ainda não leu, ficou curioso(a) como eu? Me contem!

Beijos ♥

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Mini vlog: Bienal do Livro do Rio

Publicado em 03/10/2015 às 00h39

     Oi gente, gravei um mini vlog de tudo que aproveitei na Bienal. No final, tem um pouquinho do que eu trouxe de lá. Vamos assistir?


Espero que tenham gostado! Beijos ♥

 

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Diário de Viagem: Bienal do Livro do Rio de Janeiro

Publicado em 16/09/2015 às 23h49

                Mais uma bienal para a conta, e que bienal! Decidi me organizar para ir a essa bienal quando divulgaram que a Colleen Hoover viria. Eu só pensei: eu preciso ir. A Colleen é uma das minhas escritoras favoritas e eu precisava dar um abraço nela (haha). Comprei as passagens para o final de semana que ela estaria na bienal e queria muito conhecer o David Nicholls, mas jurava que ele estaria no outro final de semana e que seria inviável conhece-lo. Dias depois, saiu a notícia de que ele estaria na bienal no mesmo final de semana da Colleen e nesse momento foi só alegria, eu iria conhecer dois autores que amo!

                Cheguei no Rio na sexta de tardinha, e resolvi que iria me organizar e descansar, pois não valeria a pena ir até a bienal, afinal eu estava hospedada em Copacabana e a Bienal é quase 40 km de lá!

                No sábado, fui para a bienal às seis da manhã para conseguir a senha dos autógrafos do David. Lá encontrei duas meninas cariocas que conheci na bienal do ano passado em São Paulo, e eu só tenho que agradecer a elas, Samara e Jéssyca muuuito obrigada por me guiarem no Rio e por serem as melhores companheiras de bienal ♥

                Como as senhas iam ser distribuídas só às 16h decidimos aproveitar das 10h às 11h para passear um pouquinho pela bienal e tirar fotos. Nessa uma hora, nós fizemos muito mais que isso, entramos no primeiro estande e compramos juntas quase 30 livros (haha) e fomos na sessão de autógrafos da Paula Pimenta, que como sempre foi um amor só (já é a quinta vez que vejo ela e nunca me canso!), fomos ao estande da Gutenberg e encontrei a Babi Dewet novamente e ela é uma queridona.

 

                Depois fomos para a fila do David, e não tem como não parabenizar a intrínseca, tudo foi super bem organizado e beeem diferente do caos da bienal de SP. Eu realmente me impressionei com a organização da bienal do Rio!

                Ficamos 7 horas na fila e depois de pegar as senhas passeamos pelos estandes e curtimos muito tudo lá. Conheci a Bianca Briones e a Patrícia Barboza no estande da Record e elas são duas queridas.

 

                Enfim chegou às 19h, e foi a vez de conhecer o David Nicholls e ele é a simpatia e a gentileza em pessoa, além de super agradecido. Sabe quando pensamos: poxa estou aqui há 12 horas, mas conhecer um escritor desses faz tudo valer a pena.

                Depois da sessão do David fomos para o encontro de blogueiros e leitores da editora Seguinte e lá rolou um game show super divertido. Foi tão bom rir (e muito) depois de um dia inteiro de bienal. Saímos de lá às 22h, quase sendo enxotadas porque a bienal já estava fechando.

                Quando cheguei onde estava hospedada, fiquei muito ruim. Tive febre e dores no corpo e eu só pensava: eu preciso melhorar para amanhã, foi quase desesperador saber que eu tinha ido até o Rio e talvez não conseguisse conhecer a Colleen. Tomei uns remédios e apaguei!

                No outro dia de manhã, acordei bem melhor e eu só conseguia agradecer por isso. Sai às 05:30 da manhã e já tinha noção de que seria a arena dos jogos vorazes aquela bienal. Tinham umas 20 pessoas na minha frente e eu estava morta de cansada. Nisso eu e as meninas que estavam comigo, fomos em um boteco que tinha na frente da bienal. Comprei um energético e em 10 minutos estava novinha em folha, esperando para conhecer a Coollen.

                A entrada da bienal foi a loucura de sempre, abre os portões e CORRE! (Para a próxima estou pensando em fazer um treino preparatório, porque, gente é pra morrer!) e eu tenho que agradecer muito, mas muito à Ellen e a Sheila (do blog guardiã da meia noite) vocês foram uns anjos nesse dia e sei que entendem muito bem isso, pois também compartilham esse amor pela Colleen, muito obrigada mesmo ♥

                Consegui a senha número 02 e quase foi o momento de sentar e relaxar, eu tinha conseguido tudo que havia planejado e só restava aproveitar!

                Conheci a Colleen e o que dizer? Foi mais do que eu esperava, apesar do pouco tempo com ela, foi mágico! Conhecer uma das escritoras preferidas da nossa vida é algo indescritível.

 

                Quando acabei de conhecer ela, foi a vez de aproveitar os últimos momentos de bienal e do Rio. A bienal do Rio é muito maior que a de SP e foi incrível poder curtir esses dois dias mergulhada no mundo literário. Já aproveitar o Rio foi uma tarefa mais complicada, dos quatro dias que fiquei só choveu :( então o que fiz que mais gostei (fora da bienal) foi assistir à peça “Selfie” do Mateus Solano e do Miguel Thiré. A peça é de uma genialidade indescritível em palavras e a atuação dos dois atores é de um paralelismo que parece que eles são um só. É incrível!

                Isso foi tudo o que eu vivi nesses dias intensos e maravilhosos. E mais uma vez, posso dizer que conheci escritores que eu admiro muito. Mais uma vez, pude perceber que para realizarmos os sonhos precisamos ir atrás deles. Levei o livro ‘Eu me chamo Antônio’ comigo e tem uma frase que se encaixa perfeitamente com o final desse post: “Sonhe alto. O máximo que pode acontecer é você realizar um sonho à altura”.

Quem também foi à bienal o que achou? Me contem! Beijos ♥

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Em busca de Cinderela - Colleen Hoover

Publicado em 04/09/2015 às 12h00

Editora: Galera Record

Autora: Colleen Hoover

Número de Páginas: 160

Classificação: ♥♥♥♥♥

Onde comprar:  Saraiva / Amazon

Neste conto da bem-sucedida e adorada série Hopeless, o leitor conhecerá melhor dois personagens secundários de "Um caso perdido". Daniel está no breu do armário de vassouras da escola – o perfeito esconderijo para quem quer fugir do mundo real –, quando uma garota literalmente cai em cima dele. Às cegas, os dois vivem um curto romance, mesmo sem acreditar muito no amor. No fim a garota foge, como se realmente fosse a Cinderela e tivesse uma carruagem prestes a virar abóbora. Um ano depois, Daniel e sua princesa se reencontram, e percebem que é possível nutrir um amor de conto de fadas por alguém completamente real. Juntos, os dois irão perceber que fora do faz de conta, ficar juntos é bem mais difícil e os problemas de um casal são muito reais.

     Faltam dois dias para eu conhecer a Colleen na Bienal e o que dizer dessa mulher? Ela simplesmente ARRASA. Em busca de Cinderela é um conto da série Hopeless e a Colleen escreveu como um presente para agradecer os fãs por todo o apoio (e que presente!).

     Nesse livro, vamos conhecer um pouco mais de Six (a melhor amiga de Sky) e Daniel (o melhor amigo de Holder) e do amor lindo que une eles. Esses personagens são muito peculiares, intensos e apaixonantes. São daqueles que as qualidades e os defeitos se encaixam, sabe? E existe amor mais lindo que esse? Quando até os defeitos combinam! Acredito que só assim duas pessoas realmente foram feitas uma para a outra.

     Inicialmente, pensei que esse livro fosse ser um romancezinho sem dramas, nem surpresas. Achei que os outros livros já tinham cumprido o papel de me surpreender (e deixar sem fôlego) e que esse seria apenas para fechar a trilogia com aquele final feliz. Mas de quem estamos falando? Colleen Hoover! Então não, não foi assim. Em pouco mais de 100 páginas, ela me fez rir, chorar, me encantar pelos personagens e acima de tudo (e mais uma vez) me surpreender!

     Eu não posso contar mais da história, afinal são poucas páginas. Mas posso dizer que essa série acabou intensa (como sempre foi) e muito, mas muito amor ♥. E só posso dizer para vocês: leiam e se apaixonem também.

 

Quem também é apaixonado(a) por essa série? E quem ainda não leu está com muita vontade? Me contem!

Beijos ♥

 

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