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O pequeno príncipe: Opinião sobre o filme

Publicado em 03/09/2015 às 11h30

Distribuidor: Paris Filmes

Direção: Mark Osborne

Duração: 1h46min

Classificação: ♥♥♥♥

Uma garota acaba de se mudar com a mãe, uma controladora obsessiva que deseja definir antecipadamente todos os passos da filha para que ela seja aprovada em uma escola conceituada. Entretanto, um acidente provocado por seu vizinho faz com que a hélice de um avião abra um enorme buraco em sua casa. Curiosa em saber como o objeto parou ali, ela decide investigar. Logo conhece e se torna amiga de seu novo vizinho, um senhor que lhe conta a história de um pequeno príncipe que vive em um asteróide com sua rosa e, um dia, encontrou um aviador perdido no deserto em plena Terra.

                Li o pequeno príncipe aos 10 e aos 15 anos e daqui a pouco irei reler novamente assim como daqui mais uns anos. Como diz a minha mãe somos obrigados a ler esse livro tão encantador em todas as fases da vida. E é impossível ler esse livro e não tirar uma lição de vida nova dele. Além disso, é indescritível o quanto ler em uma nova etapa faz com que sintamos algo diferente, novo.

                Confesso que quando soube que sairia o filme, achei que fossem estragar a história. Porque acreditei que seria uma adaptação fiel ao livro e assim que nada superaria a leitura desse clássico.

                Mas não foi assim, o filme se baseia no livro, mostra a vida de uma menina que tem uma rotina e um futuro ditados pela mãe, com absolutamente tudo planejado. E enquanto a vida dela se passa cinza ao lado da mãe, ela conhece um vizinho que é um aviador aposentado que lhe apresenta a história do pequeno príncipe e dá cor a sua vida.

                Fica evidente que esse aviador é uma personificação do Antoine de Saint-Exupéry, o autor do livro e foi uma linda homenagem. Esse filme foi acima de tudo feito para mostrar o quanto a experiência de ler o pequeno príncipe muda as nossas vidas.

                O quanto devemos cortar os baobás da vida pela raiz assim como tudo que nos faz mal, sobre o quanto a amizade é algo que nos cativa e que quando criamos laços com as pessoas não podemos abandoná-las. Sobre o quanto as pessoas estão cada vez mais cegas por riqueza e que quando crescemos deixamos a criança que fomos de lado e muito do que nos fez feliz. E ainda sobre não fazer planos e viajar para conhecer outros mundos, outras pessoas. Então posso dizer que o filme superou as minhas expectativas e que mais uma vez tive uma prova de que o pequeno príncipe muda a nossa essência.

“Tu não és para mim senão uma pessoa inteiramente igual a cem mil outras pessoas. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...”

“O essencial é invisível aos olhos”

“Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz” 

 

Trailer do filme: 

Vocês que leram acharam fiel? Superou as expectativas de vocês? E quem não assistiu ainda está muito ansioso(a)? Comentem, quero saber a opinião de vocês!

Beijos ♥

 

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Isla e o final feliz - Stephanie Perkins

Publicado em 20/08/2015 às 08h00

Editora: Intrínseca

Autora: Stephanie Perkins

Número de Páginas: 304

Classificação: ♥♥♥♥♥

Onde comprar: Saraiva / Submarino / Amazon

Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito.Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes.Com participações de Anna, Étienne, Lola e Cricket, personagens mais do que queridos pelo público apresentados em livros anteriores da autora, Isla e o final feliz é uma história de amor delicada, apaixonante e sedutora, um desfecho que vai fazer os fãs de Stephanie Perkins suspirarem ainda mais.

     Quando eu acho que a Stephanie Perkins já ganhou o meu coração por inteiro, leio esse livro e me engano novamente. Depois de ter lido Anna e o beijo francês achei que não fosse gostar tanto de Lola e o garoto da casa ao lado, e achei o mesmo com esse livro. E, meu Deus, eu estava perdidamente enganada!

     Assim como Anna e Lola, Isla é uma personagem peculiar. Ela é tímida, porém decidida, sabe bem o que quer, mas difícil mesmo é ter coragem para ir atrás disso (e eu me identifiquei tanto com ela!). Ela sabe que é apaixonada por Josh, mas como criar coragem para falar com ele? Num súbito momento que ela o encontra, resolve ir lá e conversar (dopada de analgésicos, claro. Em sã consciência isso nunca aconteceria). Só que o que ela não sabe é que essa simples conversa pode mudar todo o destino dos dois.

     O livro é extremamente fofo e eu me impressiono cada vez mais em como a escrita da Stephanie é leve e única. Por mais que algumas situações nos deixem em desespero, é leve sabe. Como se ela estivesse nos deixando agoniados com os personagens, mas estivesse atrás de nós nos dizendo: calma, vai ficar tudo bem! E em alguns momentos, é tããão bom poder ler algo assim: despreocupado, que nos leva a lugares lindos e nos traz uma sensação tão, mas tão boa.

     Sem contar que algumas partes são super divertidas e poder acompanhar a amizade entre Isla, Kurt, Josh, Lola, Cricket, Anna e Étienne é fantástico! E o que dizer do final? Simplesmente um dos finais mais amorzinhos que eu já li ♥ (Admito: foi necessário suspirar para escrever essa resenha, haha).

Se eu recomendo? Claro que sim! E a leitura dos três, por favor!

“Parece que uma banda de heavy metal está fazendo um show bem no meu coração, de tão forte que ele bate. Ai, Josh, não faz isso comigo”. Pág. 51

“É justamente essa singularidade que faz com que algo, ou alguém, se torne único e insubstituível”. Pág. 147

“O St. Clair consegue persuadir qualquer um a fazer qualquer coisa. Ele é muito carismático. Chega a ser uma injustiça com a gente, meros seres humanos”. Pág. 162

 

Vocês já leram? O que acharam? Me contem! Beijos ♥

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Minha vida fora de série 3ª temporada - Paula Pimenta

Publicado em 16/08/2015 às 22h24

Editora: Gutenberg

Autora: Paula Pimenta

Número de Páginas: 424

Classificação: ♥♥♥♥♥

Onde comprar: Submarino / Amazon / Saraiva

Dois anos se passaram desde a 2ª temporada de Minha vida fora de série. Priscila, agora com 19 anos, percebe que tem que deixar a adolescência para trás e começar a lidar com as responsabilidades da vida adulta: o namoro com Rodrigo, cada vez mais sério; o início da faculdade, que ela ainda tem dúvidas se escolheu a certa; as novidades na família, que mais uma vez transformam seu cotidiano. Mas, como nos seriados que tanto ama, ela também vai passar por muitas reviravoltas e confusões, e descobrir que alguns acontecimentos de episódios passados podem afetar os atuais. Não perca mais esta temporada imperdível da vida fora de série de Priscila.

     Estava super ansiosa aguardando o lançamento desse livro, afinal em Fazendo meu filme os livros que mais gostei foram os últimos da série e estava com saudade desses personagens. Nesse livro, a Pri está com 19 anos e começa a passar pelos desafios dessa idade: a faculdade, o namoro (que já dura alguns anos) e todas as outras mudanças que acontecem nesse momento da vida. Assim como nos outros livros, a Paula nos deixa sem ar a cada capítulo que passa, quando achamos que já está tudo no seu lugar, vem aquela reviravolta que nos deixa com o coração na mão.

    Iniciei a leitura do livro indo para Belo Horizonte na minha viagem de férias e isso foi muito legal, poder ler e passar em alguns lugares onde tudo aconteceu, foi fantástico! Além disso, fica evidente nesse livro, o quanto a escrita da Paula só melhora e o poder que ela tem de nos envolver demais na história.

    Minha vida fora de série 3 é um livro de transição em que muita coisa vai mudar e também muito vai ser introduzido para o próximo livro. Eu gostei muito do contexto do livro e das situações em que a Paula colocou a Pri, maaas, tenho que dizer que a falta de maturidade da personagem me incomodou (e muito!). Acredito que seja porque eu passei por quase todas essas mudanças com 17 anos: ida para a faculdade com um namoro de 4 anos e com tudo isso, tive que amadurecer muito rápido. Então, algumas atitudes super infantis da Pri me incomodaram e isso fez com que eu desanimasse com a história.

     Outro ponto que me incomodou foi o fato de muita coisa ser previsível, principalmente, para quem já leu Fazendo meu filme.  As situações que a Pri passa são bem parecidas com as da Fani e eu já achava que os outros livros estavam parecidos, agora só ficou mais evidente isso.

     Eu recomendo a leitura, principalmente por achar que talvez o problema nessa vez tenha sido eu mesma (haha). Mesmo assim, estou aguardando ansiosamente pelo quarto livro da série, pois no final podemos perceber um amadurecimento enorme da Pri, o que eu acho que irá me agradar nos capítulos que estão por vir.

“Conheci a Priscila quando eu tinha acabado de fazer 14 anos. Foi só olhar para aquela menininha com cara de sapeca, e cabelos de uma cor que eu nunca tinha visto antes, que eu percebi que minha vida nunca mais seria a mesma. Algumas pessoas podem chamar isso de amor à primeira vista...Eu prefiro chamar de destino. Predestinação. Acaso. Acredito que algumas pessoas têm que entrar em nossas vidas para nos ensinar, nos levar por algum caminho pelo qual não andaríamos sozinhos, para tornar a nossa história mais colorida...” Pág. 331.

Vocês também já leram? O que acharam? Me contem! Beijos ♥

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Sem esperança (Hopeless #2) - Colleen Hoover

Publicado em 12/08/2015 às 07h39

Editora: Galera Record

Autora: Colleen Hoover

Número de Páginas: 320

Classificação: ♥♥♥♥♥

Onde comprar: Submarino / Saraiva / Amazon

*Se você ainda não leu Um caso perdido (Hopeless #1), recomendo que não leia essa resenha e sim essa.

Assombrado pela culpa e pelo remorso por não conseguir salvar Hope nem Less, Holder desenvolveu uma personalidade agressiva. Mas, quando finalmente se depara com Hope depois de tantos anos, não poderia imaginar que o sofrimento seria ainda maior após o reencontro. Em Sem esperança, Holder revela como os acontecimentos da infância de Hope, que agora se chama Sky, afetaram sua vida e sua família, fazendo-o buscar a própria redenção na possibilidade de salvá-la. Mas é apenas amando Sky que ele finalmente será capaz de começar a se reconciliar com si mesmo.

     Assim como em Slammed que temos a visão da Layken no primeiro livro e a do Will no segundo, a série Hopeless também é dividida assim, em Um caso perdido acompanhamos tudo pela Sky e em Sem esperança pelo Holder. A única diferença é que em Slammed, apesar da mudança de personagens em primeira pessoa, a história do segundo livro é uma continuação. Já em hopeless, temos pontos em comuns do primeiro e segundo livro, mas pela visão dos diferentes personagens. E confesso, não sou a maior fã de ler a mesma história por personagens diferentes e fui ler Sem esperança totalmente ciente que isso ia acontecer e já preparada para me frustrar um pouquinho.

     Incrivelmente, isso não aconteceu. E mais uma vez tenho que elogiar a Colleen por isso, ela consegue com que pontos que eu odeie em outros livros, eu ame nos dela! Pude perceber que essa fusão em pontos iguais dos livros foi proposital e necessária. Acompanhar o que o Holder pensava em alguns momentos ao invés de ser repetitivo, foi incrível.

     Esse personagem já era um dos meus queridinhos de todas as séries. Ele consegue ser explosivo, teimoso e sensível ao mesmo tempo. Ele não é um daqueles certinhos, que muitas vezes se tornam uns chatos. O Holder é um daqueles personagens que de tão real, poderia perfeitamente sair dos livros, pois ele é uma pessoa de verdade, sabe, não é aquela perfeição que só encontramos em contos de fadas.

     Nesse livro, temos a oportunidade de conhecer novas características dele e nos encantar ainda mais pelas que já conhecíamos. Outro ponto incrível, foi poder conhecer a relação dele com Less. A Colleen, em alguns momentos, tirou a atenção do romance para nos mostrar essa relação linda entre esses irmãos e geeente é apaixonante.

Quando achamos que Sem esperança irá ser apenas uma releitura de alguns momentos de Um caso perdido com essa provinha da relação do Holder com a Less, a Colleen Hoover nos surpreende e muito nos últimos capítulos desse livro. E nos deixa completamente sem chão! Se eu recomendo a leitura? Claro que sim!

Aos que já leram, o que acharam? E quem não leu ainda, está ansioso (a)? Me contem! Beijos

“No último ano, aprendi o que realmente é sentir a falta de alguém. Para sentir a falta de alguém, a pessoa primeiramente precisa ter tido o privilégio de ter esse alguém em sua vida. E por mais que dezessete anos não pareçam tempo suficiente ao seu lado, ainda são dezessete anos a mais que eu tive em comparação com as pessoas que nem a conheceram. Então pensando assim...tenho muita sorte. Sou o irmão mais sortudo do mundo”. Pág. 317

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Diário de Viagem: BH e o roteiro dos livros da Paula Pimenta

Publicado em 06/08/2015 às 07h57

Oi gente, esse ano a minha viagem de férias foi para Minas Gerais. Minha maior empolgação do início era que sim, eu ia conhecer muitos lugares que li nos livros da Paula Pimenta e foi justamente por isso que gravei um VLOG sobre esses lugares, vamos assistir?

Sobre o restante da viagem, algumas coisas me encantaram demais:

O Inhotim: esse lugar é uma mistura indescritível de arte contemporânea e jardim botânico. Por cada cantinho onde passamos ficamos sem fôlego com tanta beleza, sem contar nas experiências que esse nos proporciona (tive uma experiência sonora por lá que não vou esquecer nunquinha).

 

 

O mergulho na história do Brasil: Sempre gostei muito de estudar história e poder passar por minas de ouro, museus, cidades tombadas, lugares históricos foi algo incrível. Cheguei em casa, querendo voltar a estudar tudo isso e procurando o livro do Boris Fausto

mais antiga escola de farmácia da América do Sul: Para os que não sabem, eu curso farmácia e andar pelos corredores desse lugar foi amor ♥

A comida mineira: sou uma amante de comida boa e se minas me conquistou foi pela barriga (haha). Procurei o feijão mineiro aqui pelo sul e estou comendo até hoje. Sem contar nesse potinho de brigadeiro que eu deveria ter comprado um estoque.

Vocês também têm um lugar no Brasil que querem muito conhecer? Me contem!

Beijos ♥

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A Herdeira - Kiera Cass

Publicado em 03/08/2015 às 11h03

Editora: Seguinte

Autora: Kiera Cass

Número de Páginas: 390

Classificação: ♥♥♥♥

Onde comprar: Submarino / Saraiva (capa dura) / Amazon

*Se você ainda não leu a série A Seleção, recomendo que não leia essa resenha e sim esse post.

No quarto volume da série que já vendeu mais de 500 mil exemplares no Brasil, descubra o que vem depois do “felizes para sempre”. Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.

     Confesso que foi bem difícil ler algo escrito pela Kiera que não se passasse pela visão da America. Bom, mas isso só aconteceu no início do livro. E mais uma vez, podemos dizer que a Kiera arrasa!

     A Eadlyn é uma personagem firme, com uma personalidade forte e que quando põe uma ideia na cabeça é bem difícil de alguém conseguir tirá-la. E essa é uma das grandes discussões desse livro, os leitores ficaram divididos entre achar a Eadlyn uma mimada chata e entre achar que ela é assim, pois foi criada para ser. E eu sou do segundo time, acredito que ela cresceu para ser desse jeito, afinal ela irá ser rainha. Se nos colocássemos um pouquinho na situação dela, será que também não seríamos iguaizinhos ou bem parecidos?

     Foi lindo ver a America e o Maxon no futuro, foi muito bom matar a saudade desses personagens e acompanhar que a idade só acrescentou pontos positivos a eles (apesar de eu sentir um pouquinho de falta da America explosiva de antigamente). Nesse livro, também, a Kiera focou mais nos problemas sociais de Illéa, nos mostrou o quando é difícil colocar um país nos eixos mesmo com as melhores das intenções, ou seja, focou mais na distopia. O que foi ótimo, pensando que muitos gostam de A Seleção mais como distopia, do que como romance, esses leitores mereciam isso.

     A tarefa de mudar a visão do livro acabou sendo difícil para nós leitores, isso porque acompanhando o livro através da selecionadora e não da selecionada, perdemos o sentimento de ter uma selecionada favorita sempre, e aí tivemos a oportunidade de conhecer e nos encantar por mais de um dos selecionados (hehe). E quando a eles, os meus favoritos são: Kile, Henri e Hale, mas posso dizer que aquele que ganhou meu coração mesmo foi Kile ♥ , simplesmente amei o quanto ele pôde ser sincero e sensível ao mesmo tempo.

     Por fim, acredito que A herdeira foi um livro introdutório, que irá deslanchar e muito no segundo. O final desse livro acabou comigo e, no próximo, espero mais atitude de alguns personagens (principalmente, da America e do Maxon) e que seja cheio de emoções como foi o final desse primeiro!

    Quem também já leu esse livro? O que acharam? E quais são os seus selecionados favoritos? Contem tudo, quero saber! Beijos ♥

“Só tenho um coração, e quero poupá-lo para a pessoa certa”. Pág. 183

“Não sei se alguém sabe o que procura até encontrar”. Pág. 189

“Você pode ser corajosa e ainda ser feminina. Pode liderar e ainda gostar de flores. E o mais importante: você pode ser rainha e ainda ter um marido”. Pág. 378

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Cidades de Papel: Opinião sobre o filme

Publicado em 01/08/2015 às 19h18

Distribuidor: Fox Filmes

Direção: Jake Schreier

Duração: 1h49min

Classificação: ♥♥♥♥

     A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.

     Oi Gente, esse é o primeiro post retrospectivo que vou fazer, isso porque preciso falar desse filme para vocês. Li Cidades de Papel na maratona literária de fevereiro, queria ler mais algum livro do John Green, além de A culpa é das estrelas. Como não gostei tanto de A culpa é das estrelas, fui ler Cidades de Papel sem muita expectativa. Posso dizer que não amei a história, mas ela também não me decepcionou. Para vocês entenderem: não achei uma história incrível, mas, de certa forma, algumas mensagens transmitidas no livro me tocaram de uma forma diferente.

      Cidades de Papel é uma mistura de filosofia e mistério, tudo isso mostrado em uma incrível história de amizade. Considero essa história de amizade muito maior e mais interessante do que o amor platônico de Quentin por Margo e sinto que foi exatamente isso que o John Green planejou para esse livro/filme. Além disso, aos que odeiam a Margo, não odeiem! Acho que existem motivos suficientes para ela ser do jeito que é.

     Com essa experiência da leitura, fui para o cinema um pouquinho ansiosa e posso dizer que o filme me surpreendeu e muito! Tudo foi bem pensado e feito, desde a trilha sonora até o roteiro super fidedigno. Mas o que mais me encantou foi a entrega de todos os atores aos papéis, deu para perceber (e até sentir) que eles fizeram esse filme com muita felicidade e todos foram impecáveis.

     Quanto à adaptação literária tudo que precisava ser posto do livro no filme foi feito e o que foi mudado me agradou demais, esse filme foi extremamente divertido (ri agora aqui lembrando de umas partes) e eu sai do cinema leve, acreditando e lembrando de amizades incríveis que tive na adolescência.

     Por isso tudo, pude concluir que o John Green não me conquista pelos livros e sim pelos filmes (haha), a equipe da Fox fez um grande trabalho, mas acho que a presença incessante do John nos sets de gravação permite com que a história fique ainda melhor.

Vocês que leram acharam fiel? Superou as expectativas de vocês? E quem não assistiu ainda está muito ansioso(a)? Comentem, quero saber a opinião de vocês!

Beijos ♥

Trailer do filme: 

 

"Essa é a sua zona de conforto, é desse tamanho, Quentin, todas as outras coisas que você quer do mundo estão soltas lá fora".

“Isso sempre me pareceu tão ridículo, que as pessoas pudessem querer ficar com alguém só por causa de beleza. É como escolher o cereal de manha pela cor, e não pelo sabor."

“Ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um.”

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