Diário de Viagem: Bienal do Livro do Rio de Janeiro

Publicado em 16/09/2015 às 23h49

                Mais uma bienal para a conta, e que bienal! Decidi me organizar para ir a essa bienal quando divulgaram que a Colleen Hoover viria. Eu só pensei: eu preciso ir. A Colleen é uma das minhas escritoras favoritas e eu precisava dar um abraço nela (haha). Comprei as passagens para o final de semana que ela estaria na bienal e queria muito conhecer o David Nicholls, mas jurava que ele estaria no outro final de semana e que seria inviável conhece-lo. Dias depois, saiu a notícia de que ele estaria na bienal no mesmo final de semana da Colleen e nesse momento foi só alegria, eu iria conhecer dois autores que amo!

                Cheguei no Rio na sexta de tardinha, e resolvi que iria me organizar e descansar, pois não valeria a pena ir até a bienal, afinal eu estava hospedada em Copacabana e a Bienal é quase 40 km de lá!

                No sábado, fui para a bienal às seis da manhã para conseguir a senha dos autógrafos do David. Lá encontrei duas meninas cariocas que conheci na bienal do ano passado em São Paulo, e eu só tenho que agradecer a elas, Samara e Jéssyca muuuito obrigada por me guiarem no Rio e por serem as melhores companheiras de bienal ♥

                Como as senhas iam ser distribuídas só às 16h decidimos aproveitar das 10h às 11h para passear um pouquinho pela bienal e tirar fotos. Nessa uma hora, nós fizemos muito mais que isso, entramos no primeiro estande e compramos juntas quase 30 livros (haha) e fomos na sessão de autógrafos da Paula Pimenta, que como sempre foi um amor só (já é a quinta vez que vejo ela e nunca me canso!), fomos ao estande da Gutenberg e encontrei a Babi Dewet novamente e ela é uma queridona.

 

                Depois fomos para a fila do David, e não tem como não parabenizar a intrínseca, tudo foi super bem organizado e beeem diferente do caos da bienal de SP. Eu realmente me impressionei com a organização da bienal do Rio!

                Ficamos 7 horas na fila e depois de pegar as senhas passeamos pelos estandes e curtimos muito tudo lá. Conheci a Bianca Briones e a Patrícia Barboza no estande da Record e elas são duas queridas.

 

                Enfim chegou às 19h, e foi a vez de conhecer o David Nicholls e ele é a simpatia e a gentileza em pessoa, além de super agradecido. Sabe quando pensamos: poxa estou aqui há 12 horas, mas conhecer um escritor desses faz tudo valer a pena.

                Depois da sessão do David fomos para o encontro de blogueiros e leitores da editora Seguinte e lá rolou um game show super divertido. Foi tão bom rir (e muito) depois de um dia inteiro de bienal. Saímos de lá às 22h, quase sendo enxotadas porque a bienal já estava fechando.

                Quando cheguei onde estava hospedada, fiquei muito ruim. Tive febre e dores no corpo e eu só pensava: eu preciso melhorar para amanhã, foi quase desesperador saber que eu tinha ido até o Rio e talvez não conseguisse conhecer a Colleen. Tomei uns remédios e apaguei!

                No outro dia de manhã, acordei bem melhor e eu só conseguia agradecer por isso. Sai às 05:30 da manhã e já tinha noção de que seria a arena dos jogos vorazes aquela bienal. Tinham umas 20 pessoas na minha frente e eu estava morta de cansada. Nisso eu e as meninas que estavam comigo, fomos em um boteco que tinha na frente da bienal. Comprei um energético e em 10 minutos estava novinha em folha, esperando para conhecer a Coollen.

                A entrada da bienal foi a loucura de sempre, abre os portões e CORRE! (Para a próxima estou pensando em fazer um treino preparatório, porque, gente é pra morrer!) e eu tenho que agradecer muito, mas muito à Ellen e a Sheila (do blog guardiã da meia noite) vocês foram uns anjos nesse dia e sei que entendem muito bem isso, pois também compartilham esse amor pela Colleen, muito obrigada mesmo ♥

                Consegui a senha número 02 e quase foi o momento de sentar e relaxar, eu tinha conseguido tudo que havia planejado e só restava aproveitar!

                Conheci a Colleen e o que dizer? Foi mais do que eu esperava, apesar do pouco tempo com ela, foi mágico! Conhecer uma das escritoras preferidas da nossa vida é algo indescritível.

 

                Quando acabei de conhecer ela, foi a vez de aproveitar os últimos momentos de bienal e do Rio. A bienal do Rio é muito maior que a de SP e foi incrível poder curtir esses dois dias mergulhada no mundo literário. Já aproveitar o Rio foi uma tarefa mais complicada, dos quatro dias que fiquei só choveu :( então o que fiz que mais gostei (fora da bienal) foi assistir à peça “Selfie” do Mateus Solano e do Miguel Thiré. A peça é de uma genialidade indescritível em palavras e a atuação dos dois atores é de um paralelismo que parece que eles são um só. É incrível!

                Isso foi tudo o que eu vivi nesses dias intensos e maravilhosos. E mais uma vez, posso dizer que conheci escritores que eu admiro muito. Mais uma vez, pude perceber que para realizarmos os sonhos precisamos ir atrás deles. Levei o livro ‘Eu me chamo Antônio’ comigo e tem uma frase que se encaixa perfeitamente com o final desse post: “Sonhe alto. O máximo que pode acontecer é você realizar um sonho à altura”.

Quem também foi à bienal o que achou? Me contem! Beijos ♥

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